20 Oct
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Quem nunca desenhou um coração para seu amor? Ou fez aquele coraçãozinho com as mãos para alguém amado?

Esse é comportamento quase que unanime na representação do afeto. Mas, sabia que este sentimento tem suas bases no sistema límbico que fica localizado no cérebro? Embora seja o cérebro o atual responsável pelas nossas emoções ainda não vi nenhum apaixonado mandando um cérebro de pelúcia para o seu crush como se diz na atualidade.

E por que será que a representação das emoções estão ligadas ao coração? Talvez esse equívoco se dê pela aceleração dos corações apaixonados, ou sensação de aperto no peito que a tristeza provoca, ou mesmo a palpitação causada pela ansiedade que anda coladinha ao medo. 

Se você representa suas emoções em forma de coração saiba que não é o único a fazer isso, então não é o único a cometer este erro!

O fato é que as emoções são respostas provenientes dos órgãos dos sentidos que a qualquer percepção de perigo ou mudanças externas informa que algo precisa ser feito, principalmente, no que diz respeito a sobrevivência da espécie.

As emoções sempre desempenharam um papel importante na evolução e adaptação da espécie humana ao seu ambiente. A palavra emoção vem latim movere — “mover” — acrescida do prefixo “e-”, que denota “afastar-se”, o que indica que em qualquer emoção está implícita uma propensão para um agir imediato. Goleman ( 1995 ) revela sete emoções básicas que norteiam nossas vidas são elas: Raiva, Medo, Tristeza, Alegria (felicidade), Nojo (repugnância), Surpresa e Amor.


Conhecer sobre as emoções na atualidade é uma das maiores conquistas que o homem pode ter. Ser inteligente emocionalmente pode livra-lhe de muitas encarrascadas e colocá-lo num patamar de sabedoria. Além de conhecer suas próprias emoções, a sensibilidade de perceber as emoções de quem está ao redor ajudará a reagir de forma mais consciente evitando situações embaraçosas.

E ai você esta disposto a conhecer suas emoções e como ela podem te ajudar no dia a dia?

Sabia que eu posso te ajudar?

Vamos juntos promover autoconhecimento? 


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Referência:

Daniel Goleman (Rio de Janeiro: Objetiva, 1995, 36 ª edição, 357 pág. (Tradução do original Emotional Intelligence, Bantam Doubleday Dell Pub., 1995, por Marcos Santarrita e revisão Ana Amelia Schuquer).

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